É uma necessidade das mais básicas do ser humano, por vezes difícil de controlar, em casos de emergência impossível de dominar e trai-nos quando mais precisamos da sua lealdade. Esta última a mais grave de todas as três.
Foi na passada semana, que aconteceu e vou “libertar” sem medos para vocês. Estava eu muito bem a trabalhar, sozinha, concentrada e a fazer uma análise que exige a minha presença a tempo inteiro e num espaço que deve ter cerca de 4 m2 (podia estar em qualquer outro lugar, mas não, claro, tinha logo que ser no espaço mais “aconchegado” que existe em toda a fábrica). De repente, entra acabadinho de jantar (na sala de 4 m2, não esquecer deste pormenor), o jovem colega, com vontade de trocar umas ideias. Eu, muito bem, sempre disposta a confraternizar com os colegas, estava a ouvi-lo, quando subitamente, e a meio da conversa o jovem posicionado na porta da minúscula sala, diz “Espera que já venho”, “Então?!?!?! Mas estavas a dizer…” e sai, virando o seu “bufunfo” de caras para mim. Eu, confinada em 4 m2! Foi imediato!!!!
“Fonixxxxxxxxxxxxxxxx!!! Não posso acreditar! Ou menos assumia-o e dizia “Mente aluada foge!!!Rápido!”
A Bufa saiu e era daquelas silenciosas e tóxicas. O Jovem estava completamente podre! Era um cheiro insuportável, semelhante a couves podres. Ainda saí da mini-sala para ir respirar lá fora, mas a bufa tinha deixado rasto…
