Quando este ano começou, escrevi uma lista enorme com os objectivos que pretendia atingir até ao final do ano. Posso dizer-vos que por enquanto nada de novo e a minha vida continua a andar como um caracol e até estou desconfiada que o sacana além de lento, anda perdido. Não percebo, eu tenho andado a dar-lhe as coordenadas certas mas por alguma razão ele não me ajuda, facto que anda a deixar-me em stress!
Enfim, isto tudo para dizer que ando empenhada a tentar “trabalhar” a minha mente aluada, e como vocês sabem, panfletos colados em qualquer lugar visível, mesmo com letras do tamanho de formigas eu leio. Neste caso as letras eram bem grandes...
Uma boa cabeça num óptimo corpo?
Melhorar a sua qualidade de vida?
Aprimorar a sua flexibilidade, musculatura e reduzir o stress?
Introdução ao Yôga - Em prol da qualidade de vida“Ora, nem mais!” pensei eu, do que mais precisa uma mente aluada do que isto!!!! Vi a solução para os meus males e considerei a hipótese de ir fazer umas aulas de yôga!
É bom para a concentração(que é o que eu preciso, é andar concentrada!), flexibilidade(que dá muito jeito em certas situações!) e relaxa a mente e os músculos(nesta parte as dificuldades são nenhumas, relaxada ando eu sempre!). Não perdi tempo, fui cheia de vontade e alguma curiosidade. Esperava encontrar uma aula pouco povoada, imagem que se desmoronou ao ver que o meu colchão por pouco não ficava em cima do umbigo do meu vizinho do lado! Sim! Porque naquela aula temos direito a tudo, ele é colchãozinho, ele é mantinha, almofadinha, só apetrechos que incutiam um único pensamento à minha mente, sono, muito sono, dormir, “Posso dormir?”. Bom, depois de todos os alunos arrumarem a sua caminha, o que se esperava ser uma aula de relaxamento começou.
(Têm de ler isto assim muito, mas mesmo muito deeeeevaaaaaaaagaaaaaaaar!)
"Verticalize o seus braços e inspire lentamente. Afaste os seus dedos e sinta as suas mãos! Deixe cair suavemente o seu tronco apertando as nádegas e sinta a ponta dos seus dedos no chão”. Até aqui tudo bem!
“ Pressione os calcanhares no chão, coloque as suas mãos no chão e direccione as suas nádegas para o tecto”, nádegas é uma palavra sempre presente nesta aula!
“Inspirando lentamente encoste os seus mamilos aos seus joelhos”, “Espera ele disse mamilos!!!! Encostar os mamilos aos joelhos???? Flexibilidade???? Chamam aquilo flexibilidade!!!. Imaginem o estado em que está o meu corpo!
“Dobre ligeiramente as pernas à altura dos joelhos e Raja Trikônásana”, “Desculpe!!! Importa-se de repetir!”.
Estão a ver não estão! E depois do massacre estivemos 20 minutos de barriga para o ar, supostamente a relaxar, supostamente, porque a minha mente só pulsava ”Silvia, não adormeças, olha a vergonha!!!!”